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Rio sem Fronteira

Parte II

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Cau Barata
(Carlos Eduardo de Almeida Barata)

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ROTEIRO
PARTE II - RESUMO

Entramos com os Gigantes de 4 Rodas, da Jeep Tour, na Rua de Santa Luzia, em direção a Ponta do Calabouço (próxima ao Largo da Misericórdia). No final da Santa Luzia, dobramos à esquerda, em direção a antiga Rua da Misericórdia, e paramos, por algums minutos, no Largo da Misericórdia, de onde nasce a Ladeira do mesmo nome, que dava acesso ao Morro do Castelo.

Em seguida, cortamos por dentro da Praça Ruy Barbosa, defronte ao Museu da Imagem e do Som, e dobramos à esquerda, subibdo o Beco da Música para, novamente, chegarmos na Avenida Presidente Antonio Carlos.

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Estamos na Rua Santa Luzia

Rua de Santa Luzia - séc. XVI
Diante da Santa Casa de Misericórdia
Foto: Gerardo Millone
O Grupo a bordo dos três Gigantes da Jeep Tour
Cau Barata (de megafone) e Bela Seabra (a Rainha dos Gigantes), ao lado.

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ROTEIRO

Entramos com os Gigantes de 4 Rodas, da Jeep Tour, na Rua de Santa Luzia, em direção a Ponta do Calabouço (próxima ao Largo da Misericórdia). Neste pequeno percurso, em que estamos buscando os alicerces da fundação da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro [1567], paramos defronte do suntuoso prédio da Santa Casa de Misericórdia.

Santa Casa de Misericórdia, por volta de 1880, numa fotografia de Marc Ferrez

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SANTA CASA DA MISERICÓRDIA - Rua Santa Luzia, 206. Edifcação caracteristicamente neoclássica. Obra do arquiteto José Maria Jacinto Rebelo (discípulo de Grandjean de Montigny), que desenhou ao centro o grande pórtico com dupla colunata de ordem dórica e frontão triangular, em cujo tímpano estão relevos feitos pelo italiano Giudice. O relevo central representa a Caridade. Concluído em 1865, o novo prédio deu maior magnificiência ao edifício e marcou com a sua presença a arquitetura brasileira. Dominam as linhas horizontais, inclusive no alargamento da colunata e frontão. No pórtico de entrada, a escadaria, centralizada, está sobriamente ladeada por espaços de terraço, com elegantes guarda corpos de balaustres.

Descrição: Outra belíssima imagem do edifício da Santa Casa de Misericórdia, feita por volta de 1858, por Victor Frond. Nela, podemos ver todo o percurso da rua Santa Luzia, que agora estamos, desde a Igreja de Santa Luzia, à esquerda da fotografia, até o velho casarão, na ponta direira, provavelmente anexo da Casa do Trem, onde hoje encontra-se instalado o Museu Histórico. Bem na extremidade direita, vê-se a murada do Forte de São Tiago, na chamada ponta do Calabouço.

No fundo, o histórico Morro do Castelo; sobre a Igreja de Santa Luzia, vemos a secular Igreja de São Sebastião, construída a partir do ano de 1567, por Salvador Corrêa de Sá; sobre a Santa Casa de Misericórdia, vemos o Colégio dos Jesuítas e a torre de sua Igreja, quase defronte ao encontro da Ladeira da Misericórdia com aLadeira que vai da Várzea para o Colégio de Jesus, que no passar dos anos recebeu outras denominações, a saber: Ladeira que vai da Várzea para o Colégio, Ladeira que vai da várzea de Nossa Senhora para o Colégio de Jesus, Ladeira do Colégio, Ladeira do Castelo, Ladeira do Carmo, e Ladeira do Cotovelo.

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ROTEIRO

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Finalmente, os Gigantes de 4 Rodas, da Jeep Tour, atingem o final da Rua de Santa Luzia, no lugar conhecido, no passado, por Ponta do Calabouço.

Nesta rua existiu o antigo matadouro público da cidade, criado pelo 2.º Marquês do Lavradio e Conde de Avintes, junto do Calabouço (Museu Histórico), prisão estabelecida pelo Vice-Rei D. Luis de Vasconcelos para castigar escravos, em cumprimento às cartas régias de 20 e 23 de março de 1688.

Ponta do Calabouço e o Arsenal de Guerra, local onde hoje se localiza o Museu Histórico Nacional - Fotografia de Augusto Malta.

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ROTEIRO

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Ao atingirmos o final da Rua de Santa Luzia - Ponta do Calabouço, dobramos à esquerda, na antiquíssima Rua da Misericórdia, e paramos, por alguns minutos, no Largo da Misericórdia, defronte a um dos mais antigos logradouros do Rio de Janeiro: - a Ladeira da Misericórdia.

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RUA DA MISERICÓRDIA - Rua da Misericórdia - Centro. Começa esta rua a 210 m antes do largo da Misericórdia (praça Expedicionário), e termina no citado largo. Foi maior, pois começava na Praça Quinze de Novembro, antigo largo do Carmo, Largo do Paço, terreiro do Carmo, entre outras denominações. Aberta depois de 1569, nos primeiros anos da fundação da Cidade, tendo várias denominações: rua Direita para a Misericórdia, rua para a Igreja do Bom Sucesso, rua que vai de S. José para a Misericórdia [1640], e finalmente a denominação atual.

Rua da Misericórdia

Descrição: Rua da Misericórdia, no início do século XX, de quem olha da Praça XV para o Morro do Castelo, ou seja, justamente onde hoje encontra-se parte da moderna Avenida Presidente Antonio Carlos. Estamos na outra ponta deste logradouro que, mais adiante, conforme se vê na fotografia, faz ligeira curva à esquerda, buscando contornar o Morro do Castelo, nas imediações do hoje Fórum do Rio de Janeiro e, no seu seguiment, vai dar no Largo da Misericórdia, onde agora estamos estacionados. Ainda, na mesma fotografia, para melhor se situar urbanisticamente, vê-se, na ponta esquerda, parte da torre da Igreja de São José. Fotografia de Augusto Malta.

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ROTEIRO

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Chegamos no Largo da Misericórdia.

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LARGO DA MISERICÓRDIA - Largo da Misericórdia - Castelo. Fica no fim da rua da Misericórdia, e princípio da rua de Santa Luza, que acabamos de descer. Formado pela rua da Misericórdia, beco da Batalha e travessa Sta. Luzia. Nele existe a Igreja de Nossa Senhora do Bonsucesso.

Chegamos no Largo da Misericórdia.

Descrição: Largo da Misericórdia, no início do século XX (c.1907), de quem olha para a Ladeira da Misericórdia, que dá subida ao Morro do Castelo. À esquerda, o prédio da Igreja de Nossa Senhora de Bonsucesso. No alto, lugar onde vai desembocar a Ladeira da Misericórdia, vê-se o Colégio dos Jesuítas com a torre de sua Igreja, imagem que vimos anteriormente, quando olhávamos, do mar, a Santa Casa de Misericórdia, com o Morro do Castelo por trás. Mais a direita - na foto não dá para ver - tem-se principio a rua da Misericórdia, cujo trecho final acabamos de ver na imagem que antecede esta. Fotografia de Augusto Malta.

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ROTEIRO

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Ainda, no Largo da Misericórdia, podemos admirar a belíssima edificação da Igreja de Nossa Senhora do Bonsucesso.

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IGREJA DE NOSSA SENHORA DO BOMSUCESSO - Largo da Misericórdia, s/.n.º. Templo dedicado, inicialmente, à Senhora da Misericórdia e, no início do século XVIII, passou a ser Nossa Senhora do Bom Sucesso. O sobrado à esquerda do contemplador é construção anterior, do século XVII; e o da direita, no princípio da ladeira, foi construído no século XVIII. A fachada, quase primitiva, recebeu acréscimo de alguns elementos mais recentes, como a portada de lioz portuguiês e a elegante sineira-frontão, ladeada por volutas e pináculos. No interior, destaque para os altares com talhas de um rococó tardio; e para o púlpito e os preciosos altares com os tres retábulos - característicos da fase maneirista, do final do quinhentos ou início do seiscentos, que pertenceram a Igreja dos Jesuítas, no morro do Castelo. Mais tarde, realizaram-se as alterações neoclássicas da capela-mor. Na sacristia da igreja, destaque para o lavabo de mármore policrônico, os arcazes e notáveis telas setencistas atribuídas ao pintor Manuel da Cunha. Conjunto arquitetônico belo e sóbrio.

Igreja de Nossa Senhora de Bonsucesso

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Descrição: Belíssima aquarela de Tomas Ender, da Igreja de Nossa Senhora de Bomsucesso, feita no século XIX. O pintor encontra-se na Rua da Misericórdia, olhando para o Largo do Mesmo nome, onde se encontra a citada edificação religiosa. À direita, se compararmos com a fotografia anterior, está um grupo de casas urbanas, em ponta, que separa a rua da Misericórdia da Ladeira do mesmo nome.

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ROTEIRO

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FINALMENTE - um momento raro. Os três mais importantes logradouros do Rio Colonial - Largo da Misericórdia, Ladeira da Misericórdia e Rua da Misericórdia - abertos entre 1567 e 1569, numa mesma imagem.

DISPENSO A DESCRIÇÃO

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ROTEIRO

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Ainda, no Largo da Misericórdia, entre a Igreja de Nossa Senhora de Bonsucesso e o mar, que bate nas muradas da Ponta do Calabouço, está o velho edifício do Arsenal de Guerra, da Casa do Trem, e outros estabelecimentos militares que, no ano de 1922, foram transformados em um prédio em estilo neo-colonial, para abrigar o Museu Histórico Nacional.

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MUSEU HISTÓRICO NACIONAL - Praça Marechal Âncora, s/n.º. Prédio originalmente criado para a defesa da cidade, coma denominação de Forte de Santiago. Por ocasião da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil, sua edificação sofreu reformas em estilo «neo-colonial», criando-se nela, em 1922, o Museu Histórico Nacional, ocupando três prédios históricos: parte da antiga Casa do Trem, de 1762; o Arsenal Real, de 1811, e o Anexo, de 1835. Sua finalidade maior é a de recolher, preservar, estudar e expor objetos históricos e artísticos ligados ao Brasil, desde o descobrimento até a República. Entre as obras de arte nele conservadas, são famosos os óleos, de Leandro Joaquim; as imagens do Mestre Valentim; e quadros de Vitor Meireles e de Aaújo Porto Alegre. Possui excelente biblioteca, riquíssima coleção de fotografias da memória do Rio de Janeiro, o Museu da Farmácia e o Arquivo Histórico, com grandes coleções de diversas procedências.

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Arsenal de Guerra

Descrição: Bela gravura de meados do século, cerca de 1850, de Friedrich Pustkow , com o Arsenal de Guerra, à esquerda. Ao fundo, o Pão de Açúcar na entrada da baía de Guanabara. À direita, a ponta da torre da Igreja de Nossa Senhora de Bonscesso, no largo da Misericórdia, onde estivenmos, há pouco, e onde se tem princípio a subida para o Morro do Castelo, que não aparece nesta gravura.

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ROTEIRO

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Antes de continuarmos nossa expedição, na busca de um roteiro histórico da Cidade do Rio de Janeiro, vale "sentir o cheiro", "sentir o clima", enfim, ter a sensação do que foi galgar o Morro do Castelo, e subirmos o único trechinho de ladeira da Misericórdia que sobreviveu ao desmonte, ocorrido no ano de 1922.

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LADEIRA DA MISERICÓRDIA - Largo da Misericórdia. Centro. Começa na Rua da Misericórdia - e, hoje, sem saída. Antigo caminho de acesso ao Morro do Castelo, aberto no século XVI. Em princípios do século XVII, quando começava a se estender a cidade do Morro do Castelo para à varzea, melhorou-se o caminho íngreme que desde o tempo de Salvador Correia de Sá já existia, oferecendo péssimo trânsito do morro do castelo para a planície. O vice-rei conde da Cunha, para tornar mais fácil o acesso ao morro, mandou cordear outra ladeira, junto à Igreja da Misericórdia, a que denominou de Calçada da Sé. Em 1808 possuía apenas 6 edificações; em 1877, 11 e em 1903, 13 - sendo 4 delas de 3 pavimentos, recenceando-se ao todo 317 habitantes neste logradouro. Com as obras de arrazamento do morro do Castelo, desapareceu êsse logradouro (1922), restando uma pequena elevação ao lado do largo da Misericórdia.

Ladeira da Misericórdia

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Descrição: Vimos nas imagens anteriores, o início da Ladeira da Misericórdia. Nesta fotografia de Augusto Malta, já estamos no Morro do Castelo, quase chegando ao final da Laeira, o que vai ocorrer nas proximidades do Colégio dos Jesuítas, onde ela se encontra com a Ladeira do Colégio ou do Cotovelo.

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ROTEIRO

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Após algums bons e longos minutos no Largo da Misericórdia, novamente a bordo dos Gigantes de 4 Rodas, da Jeep Tour, cortamos por dentro da Praça Ruy Barbosa, onde fica uma estação de Ônibus Urbanos, defronte ao Museu da Imagem e do Som, para subirmos o Beco da Música e, novamente, chegarmos na Avenida Presidente Antonio Carlos, onde saltaremos, defronte a Igreja de São José, conforme segue na Parte III deste histórico.

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RUI BARBOSA - Jurisconsulto e político brasileiro, Dr. Ruy Barbosa de Oliveira, nascido a 05.11.1849, Salvador, BA, e fal. a 01.03.1923, Petrópolis, RJ. Bacharel em Direito pela Faculdade de São Paulo [1870]. Deputado Provincial [1876]. Participou da elaboração da Reforma Eleitoral Saraiva. Deputado à Assembléia Geral [1878-1881 e 1882-1884]. Como Deputado Geral, destacou-se na discussão sobre as eleições diretas [1881] e nos pareceres sobre a reforma do ensino [1882-1883]. Defensor do federalismo. Ministro da Fazenda do Governo Provisório [1889]. Vice-Chefe do Governo Provisório da República [1889]. Senador Constituinte [1890-1892, 1892-1897, 1906-1915 e 1915-1921]. Assinou a Constituição [1891]. Com a Revolta da Armada, exilou-se em Buenos Aires, Lisboa e Londres. Vice-Presidente do Senado [1906-1909], e, nesta qualidade, Presidente do Congresso Nacional [1906]. Embaixador do Brasil na 2.ª Conferência da Paz em Haia [1907]. Candidato à Presidência da República [1910 e 1918]. Embaixador do Brasil nas festas do centenário da Argentina [1916]. Ministro da Corte Suprema de Justiça Internacional e do Tribunal Permanente de Arbitragem de Haia. Representante do Brasil no I Conferência do Congresso de Tucumán, Argentina [1916]. Conselheiro do Imperador. Sucessor de Machado de Assis, na Academia Brasileira de Letras [1908], que presidiu até 1919.

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MUSEU DA IMAGEM E DO SOM - Praça Rui Barbosa, 1. Trata-se de um dos pavilhões construídos para sediar, em 1922, a Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil. O Museu, criado em 5 de Setembro de 1965, fazendo parte das comemorações do 4.º Centenário da Cidade do Rio de Janeiro. Em sua inauguração houve fala do governador Carlos Lacerda. Primeiro Diretor, Sr. Maurício Quadrio. Originalmente, administrado pela Fundação Vieira Fazenda, atuava na guarda de documentação, conservação e divulgação dos principais acontecimentos sonoros e visuais da Cidade do Rio de Janeiro. Preserva elementos musicais e gravações de depoimentos, além de velhas fotografias do Rio de Janeiro. Quando da sua integração, em julho de 1976, à FEMURJ - Fundação Estadual de Museus, suas atividades estenderam-se para todo o Estado do Rio de Janeiro. Inclui em seu acêrvo, partiduras musicais, os arquivos de Almirante, de Jacó do Bandolim e da Rádio Nacional, além do Estúdio Elizeth Cardoso, da Seção de Iconogafia [mais de 90.000 fotografias] e da Discoteca.

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Morro do Castelo em 1730
(Centro da Cidade)

Cau Barata

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