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Tijuca - Rio de Janeiro - Bens Tombados
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Tijuca também ganha tombamento
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O tradicional bairro da Tijuca, Zona Norte do Rio, acaba de ter tombados nove bens histórico-culturais. Com o tombamento, esses bens estão protegidos e não podem ter suas características arquitetônicas alteradas.
Os bens foram tombados com aprovação do Conselho Municipal de Proteção do Patrimônio Cultural. Os imóveis contemplados são:
1 o Hospital Gaffrée & Guinle e sua capela, um dos melhores exemplares do estilo neocolonial de inspiração hispânica da cidade;
O Hospital Gaffrée e Guinle, situado na Tijuca, bairro da zona norte do Rio de Janeiro, foi inaugurado no dia 01 de novembro de 1929. Era o maior e mais moderno da então capital federal, com capacidade para 320 leitos distribuídos por 12 enfermarias e quartos particulares, ambulatórios para um mil atendimentos diários, 12 salas de cirurgia e 02 salas de parto.
Tem 21.900 metros quadrados de área construída. A fachada foi repintada em 2001 nas cores originais.
Fundadores: Cândido Gaffrée e Guilherme Guinle
Denominação Inicial: Fundação Gaffrée e Guinle
Denominação Atual: Hospital Universitário Gaffrée e Guinle
Área de Ensino/ pesquisa e assistência mais destacadas:
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2 a Matriz Basílica de Santa Terezinha do Menino Jesus de Praga;
Na Rua Mariz e Barros, 254, foi inaugurada em 1925. A arquitetura é inspirada no convento francês de Lisieux. Primeira igreja erguida no mundo em homenagem à santa.
Menino Jesus de Praga
3 a Igreja de Santo Afonso - sua arquitetura, seu estilo:
Igreja de Santo Afonso - 1923
PREBISTÉRIO - Estando no corpo da igreja, subindo os três degraus, o visitante chega no Prebistério. Veja o painel de baixo, que reproduz um resumo do ofício de Santo Afonso, denominado "O Sol na Igreja de Deus". Nele, há um sol com letras entrelaçadas, formando o monograma do Santo e, por baixo deste sol, vê-se a Basílica de São Pedro que representa a Igreja Mater. Acima do sol, voam dois pombos, lembrando as almas de escol, as almas de sacerdotes e de religiosas. Em um dos lados, encontram-se uns veados, simbolizando os fiéis sequiosos da doutrina salvadora, e no noutro lado, umas ovelhas perdidas, simbolizando as almas afastadas de Deus e dos Sacramentos.
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Nos quatro ângulos do painel, estão simbolizados os louvores prestados a Santo Afonso:
a tuba, lembrando a grandeza do santo, como missionário;
o fogareiro, representando o fogo sagrado que animou o doutor;
o incenso, recordando a doçura e a pureza do Apoóstolo da Oração; e
a armadura, lembrnado a fortaleza do guerreiro da fé.
As 12 plantas e flores que rodeiam o painel demonstram as 12 virtudes de Santo Afonso: o plátano, a fé; a hera, a esperança; a rosa, o amor; o nenúfar, a caridade; o cardo, a pobreza; a açucena, a pureza; o girassol, a obediência; a violeta, a humildade; o azevinho, a moprtificação; a beladona, o reecolhimento; a tulipa, a oração; e a passiflora, a abnegação.
Junto ao Prebistério, pode-se ver, a um lado, uma águia orgulhosa, figura do racionalismo; e , do outro lado, o Materialismo representado por uma coruja, a negação dos valores morais, fechando os olhos à luz do dia.
ALTAR-MOR - O altar-mor é obra do artista Carlos Rocha. Na parte frontal, encontra-se o emblema da Congregação Redentorista, com citação do Salmo 129,7: Cpoiosa apud Eum Redemptio (Nele a Redenção é abundante).
Sobre o altar lê-se a exclamação do Salmo 83,2 : Quam dilecta tabernacula tua (Como são amáveis vossos tabernáculos). Na porta do Sacrário está gravada a imagem de dois anjos, com os dizeres: Sanctius, Sanctus, Sanctus, extraídos de Isaías 6,3.
BALDAQUIM - O baldaquim de Santo Afonso - que exprime a majestade e a dignidade do lugar sagrado - é obra de 1931. Em seu interior, estão descritas, por meio de quatro anjos, as quatro finalidades do sacreifício eucarístico: adoração, gratidão, expiação e petição. Fonte: Folheto da Igreja.
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4 a Igreja Matriz dos Sagrados Corações;
Paróquia dos Sagrados Corações
Rua Conde de Bonfim, 474 - Tijuca
Data da criação da Paróquia: 31 de maio de 1936
Inauguração da Igreja Matriz: 16 de março de 1952
5 a Igreja Nossa Senhora do Líbano;
Endreço:Rua Conde de Bonfim, 638
Convidados pelo Cardeal Dom Sebastião Leme, os padres missionários libaneses maronitas, Padre Elias Ghorayeb e o Padre Gabriele Zaidan, vieram para o Rio de Janeiro.
Em 1932 adquiriram uma casa na Rua Conde de Bonfim (Tijuca) e neste mesmo ano, a eles ajuntou-se outro companheiro, o Padre Joseph El-Hani.
Através de um decreto datado de 03.05.1946, o Cardeal Dom Jaime de Barros Câmara criou a paróquia Maronita Nossa Senhora do Líbano.
Em 18.11.1951, na presença do Cardeal Câmara e do presidente Getúlio Vargas, colocou-se a pedra fundamental do novo templo dedicado à Nossa Senhora do Líbano.
Em 1960 completou-se a obra da construção de uma igreja.
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6 a Igreja de São Francisco Xavier;
Igreja de São Francisco Xavier do Engenho dos Jesuítas, foi edificada de 1582 a 1585, entre o rio e o Morro da Babilônia, no Engenho Velho ou Engenho Pequeno, propriedade dos padres padres jesuítas.
Em 1759, ano de sua reconstrução, passou a servir de sede paroquial da freguesia de Nossa Senhora da Apresentação de Irajá, da qual fazia parte o Engenho Velho, antes de ser desmembrado para formar uma freguesia autonoma.
Devido a expulsãos dos jesuítas, criou a provisão de 24 de Janeiro de 1760, o Curato na Igreja de S. Francisco Xavier, erguida na fazenda do Engenho Velho que pertencera àqueles padres. Por Alvará de 22 de Dezembro de 1795, lhe foi concedida o título de paróquia.
Foi reconstruída no mesmo ano de 1795. Novamente reedificada entre 1805 e 1815, com paredes de pedra e cal, tendo a Capela-mor 44 palmos de fundo. largura de 20, e altura de 30 palmos até a cimalha; e o corpo da Igreja o fundo de 81 1/2 palmos, largura de 32 e altura de 60 até a cimalha. Cinco altares ornam o seu interior e no maior deles se conserva o Sacrário, em que perpetuamente é adorado o SS. Sacramento, desde o ano de 1767.
O templo foi reedificado em 1870, com o dinheiro doado pelo marechal Duque de Caxias.
Foi ampliada no princípio do século XX, entre 1908 e 1914, a esforço do Vigário Antonio Boucher Pinto.
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Igreja de São Francisco Xavier do Engenho Velho dos Jesuítas, em 1818 - Thomas Ender
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7 o Santuário da Medalha Milagrosa e sua Capela Primitiva.
Rua Dr. Satamini, 333, ao lado do Hospital S. Vicente de Paulo.
O Santuário da Medalha Milagrosa foi fundado em 1955, no alto de uma colina, pelas irmãs vicentinas mais conhecidas como Irmãs da Caridade.
A idéia da sua construção foi motivada pela canonização da vidente e irmã de caridade Catarina Labouré em 1947.
A pedra fundamental foi lançada aos 26.06.1949 com a presença do cardeal D. Jaime Câmara. Inaugurado a 18 .07.1955.
Em 31.05.1981, a imagem de 5 metros e meio de altura, pesando 4,5 toneladas, foi elevada à uma altura de 60 metros, em cima da torre do Santuário.
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Os decretos estão no Diário Oficial desta quarta-feira, 6 de agosto.
Cau Barata