Carlos Eduardo de Almeida Barata
Curriculum


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SÚMULA GENEALÓGICA I

. ORDENS MILITARES E CIVIS [

 

1. GENEALOGIA x NOBILIARQUIA

 

Tenho sido abordado, em algumas conversas, por diversos interrogatórios sobre a quastão da nobreza das famílias brasileiras, e se a genealogia serve, apenas, para desvendar, encontrarou enaltecer a nobreza.

Lamentável esta forma de pensar, julgando a Genealogia como u simples instrumento de investigação para a satisfação da vaidade.

Esta confusão se deu, entre outras causas, fundamentalmente, ao confundirem Genealogia com Nobiliarquia ou com Heráldica. Cada qual tem a sua finalidade e o seu campo de pesquisa.

 

Os estudos genealógicos no Brasil, como acentuou Gilberto Freyre, em geral foram realizados superficialmente para atender à vaidade de barões do Império e de «snobs» da República, carecendo de realismo e de profundidade que correspondem às necessidades puramente científicas. E manifesta o desejo de que tais estudos tomassem um cunho mais social e pudessem verificar, por exemplo, até que ponto são verdadeiras certas irregularidades celebradas pelo folclore brasileiro, entre as quais cita aquela que diz: " Não há Wanderley que não beba, Albuquerque que não minta, Cavalcanti que não deva, nem Souza Leão ou Carneiro da Cunha que não goste de negra." (José Honório Rodrigues, Teoria da História do Brasil, São Paulo, 1949 - p. 155)

 

Não se pode negar que a origem dos primeiros grandes livros de genealogia, em Portugal, por exemplo, não surgiram simplesmente, para definir, juridicamente, quem são os grandes proprietários - naquele tempo, os grandes senhores feudais, portanto a grande nobreza - e «quem é quem» na sociedade feudal.

Neste caso, a Genealogia teve um princípio como Nobiliarquia, e não como genealogia proprieamente dita.

Poderão notar os pesquisadores de que estas antigas obras genealógicas - sim, genealógicas por que tratavam das indagações da origem e sucessão das famílias - eram, na verdade, genealogias do ponto de vista nobiliárquico, porque preocupavam-se em traças a sucessão das famílias nobres daquele tempo.

Desde quando "Nobiliarquia" significa "genealogia" ??

Entende-se por "Nobiliarquia" o estudo que contém os apelidos, origens, tradições e genealogias das famílias nobres de uma província, nação, etc., e trata de seus brasões, de seus feito, serviços, etc. Nobres são aqueles que pertencem a classe da nobreza, que tem a qualidade de nobre ou de fidalgo.

A classe da nobreza, segundo o antigo regime, era a classe social à qual o direito reconhecia privilégios que eram transmitidos hereditariamente, somente pelo fato do nascimento. Também os são os Fidalgos - os filhos de algo, os filhos de alguém, ou a sucessão genealógica dos filhos da nobreza.

Basta fazermos uma leitura da introdução de um dos mais antigos livros de genealogia, em Portugal - que, conforme dissemos, é um livro de genealogia da nobreza, portanto, um nobiliário - para percebermos a razão da sua existência:

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LIVRO DE LINHAGENS

Em nome de Deos Amen. Por saberem os homens fidalgos de Portugal de qual linhagem vem, e de quaes coutos, honras, mosteiros, e igrejas som naturaes, e per saberem como som parentes, fazemos escrever este livro verdadeiramente dos linhagens daqueles que som naturaes e moradores no reino de Portugal estremamente. E deste livro se pode seguir muita prol e arredar muito danno; cá muitos vem de bom linhagem e nom o sabem elles, nem o sabem os reis, nem o sabem os grandes homens: ca se o soubessem em alguma maneira lhes viria onde bem, em alguma maneira, dos senhores. E os outros nom casam como devem, e casam em pecado porque non sabem o linhagem. E muitos som naturaes e padroeiros de muitos mosteiros, e de muitas igrejas, ede muitos couto, e de muitas honras, e de muitos terras, que o perdem à mingua de saber de que linhagem vem: e outros se fazem naturaes de muitos lugares onde o nom som: porque des o tempo delrey D. Affonso o que ganhou Toledo acá forom feitos os mais dos mosteiros, e igrejas, e dos coutos, e das honras. Que em tempo deste rey que reinou longamente forom muitos ricos homens, e infançoens que ora poremos por padroens onde descendem os filhos d'algo [LIVRO DE LINHAGEM I, Edições Bilbion, Lisboa, 1937 - pág. 1]

 

Esta impressionante obra, LIVRO DE LINHAGEM, de autor desconhecido, que o Padre José Matoso, calcula datar aproximadamente de 1270-1280, nos legou as mais importantes informações sobre a verdadeira origem das principais famílias da fundação de Portugal, denunciando, noentanto, de que nem a própria nobreza, daquele tempo, saberia informar quem são os seus verdadeiros fidalgos.

Nas primeiras linhas da introdução do LIVRO DE LINHAGENS, o autor alega, como intenção da sua obra, alertar aos fidalgos de Portugal suas verdadeiras origens, a que linhagens pertenciam, e de que forma os mesmos são parentes.

Informa também, a importância de se registrar a verdadeira origem e genealogia das grandes linhagens, por não a saberem os fidalgos, os reis e os grandes reis. Alerta que, este desconhecimento de suas origens, os levavam a realizarem «desaconselháveis» alianças matrimoniais, ocasionando a perda ou o enfraquecimento de seus bens, coutos e honras.

Assim, não nos parece exagero afirmar de que a finalidade deste antigo Livro de Linhagem, tinha um cunho jurídico, utilizando-se os registros genealógicos para saber quem são os verdadeiros donos das terras, ou seja, quem são os grandes senhores feudais, ou qual é a verdadeira nobreza de Portugal.

O prório autor, anônimo< afirma - em pleno século XIII - de que a estes registros genealógicos das grandes linhagems de Portugal serveria para evitar danos territoriais [«se pode seguir muita prol e arredar muito danno»], isto porque, ao se casarem com quem não deviam [«à mingua de saber de que linhagem vem»], perdiam suas propriedades [«padroeiros de muitos mosteiros, e de muitas igrejas, e de muitos coutos, e de muitos honras, e de muitos terras»].

Enfim, o mais antigo livro de assuntos genealógicos que se tem notícia em Portugal, era um nobiliário.

Com o passar dos anos, mais dois Livros de Linhagens foram elaborados e, confirmando a importância destes estudos, naqueles tempos, a própria Casa Real investiu-se nestes estudos. No século XIV, surgiu o famoso NOBILIÁRIO DO CONDE D. PEDRO, escrito antes de 1354, considerado o melhor daquele tempo, de autoria do Conde de Barcelos, D. Pedro, filho bastardo do Rei D. Dinis de Portugal.

De 1354 a 1999, se passaram seiscentos e quarenta e cinco anos [645].

Como é posível, depois de mais de meio século de história, quererem alguns críticos - desavisados, talvez por desconhecimento do assunto, ou simplesmente, adeptos da crítica, pelo simples prazer de criticar, na maioria das vezes, sem o conhecimento da matéria - ver na genealogia, as mesmas intenções da Idade Média ?

A nobreza francesa, por exemplo, uma classe privilegiada e dirigente do Estado, foi perseguida na Revolução de 1789. No entanto, hoje, fins do século XX, a genealogia, dentro do seu significado etimológico - estudo ou tratado da origem da família, da raça, da tribo, da pátria, etc., independente da posição social ou econômica da família - é extremamente difundida na França. São quase cento e cinqüenta associações genealógicas espalhadas por todo território francês, das quais, um terço, aproximadamente, está estabelecida em Paris.

Quase todas as províncias ou departamentos franceses possuem uma associação genealógica que trata de assuntos referentes àqueles departamentos. Há também, a «Federation des Societes Francaises de Genealogie, d'Heraldique et de Sigillographie», em Paris, aglutinando todas as demais neste centro.

Fora estas Associações departamentais, existem Associações Temáticas, uma prova fundamental de que na França, após o «caça-bruxas», de 1789, eles, mais do que ninguém, sabem o valor exato da genealogia.

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  1. Há, por exemplo, uma associação genealógica dedicada aos estudos das emigrações dos povos da África do Norte.
  2. Há uma associação genealógica dedicada aos estudos dos descendentes dos corsários.
  3. Há uma associação genealógica dedicada aos estudos dos judeus na França: Cercle de Genealogie Juive.
  4. Há um centro de estudos de «genealogie protestant».

 

Além das Associações departamentais e temáticas, existem as Associações de Empresas, como:

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  1. Círculo enealógico do Aeroporto de Paris - destinada aos estudos genealógicos dos funcionários do Aeroporto «Orly»;
  2. Há uma «Section Genealogie» do Clube Esportivo e Artístico da Empresa AMX-SPX, de versailles.
  3. Há um centro de estudos genealógicos dos ferroviários.
  4. Há um setor de estudos genealógicos no Centro Hospitalar de Cannes.
  5. Há um setor de estudos genealógicos na Fábrica Peugeot.
  6. Há um setor de estudos genealógicos na Sociedade dos Vinhos Franceses.
  7. Há um setor de estudos genealógicos na Sociedade dos Criadores de Cavalos; etc.

 

2. OS CEMITÉRIOS

 

Fui abordao algumas vezes, por genealogistas particulares, sobre os enterramentos de seus antepassados, ora em cemitérios, ora dentros da Igrejas. Percebeu-se que, a partir de meados do século XIX, os sepultamentos, pouco a pouco, foram deixando de ser realizados dentro das igrejas, em suas catacumbas, e transferidos para cemitérios públicos.

Porque ?

Tal procedimento ocorreu em decorrência de uma grande epidemia de febre amarela que assolou o Rio de Janeiro. O Governo Imperial, autorizado pelo Corpo Legislativo, decretou, a 5 de setembro de 1850, a abertura de cemitérios nos subúrbios do Rio de Janeiro (artigo 1.º, § 1.º), tornando proibido, definitivamente, os enterramentos entro das igrejas.

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CEMITÉRIO - terreno reservado onde se enterram e guardam os cadáveres humanos. || (Por ext.) Terreno reservado para os cadáveres dos irracionais. || (Fig.) Lugar em que a morte faz muitas vítimas: A epidemia tinha feito da cidade um vasto cemitério. || F. lat. Coemiterium. [Caldas Aulete, Dicionário Contemporâneo da Língua Portuguesa, Rio, Delca, 1964 - vol. 1, p. 754].

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Já há algum tempo os médicos vinham condenando os sepultamentos em cemitérios que ficavam colados aos hospitais. As catacumbas das igrejas não tinham mais espaços. O Conselheiro José Clemente Pereira, Provedor da Santa Casa de Misericórdia, aos poucos vinha se indispondo com esta situação, privilegiada de alguns, de serem enterrados em cemitérios nas aproximidades dos Hospital da Santa Casa de Misericórdia.

Somente de 1838 a 1839, informa Vieira Fazenda [Os Provedores da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro. Rio, 1960, p.170], «foram inumados 3.194 cadáveres e, nos últimos 8 anos anteriores, 22.279».

Inconformado com esta situação, conseguiu, o Conselheiro Clemente Pereira, que se fundasse um cemitério público, o que aconteceu na Ponta do Cajú, começando a funcionar a 20 de Julho de 1839. Uma epidemia de cólera, ocorrida pouco tempo depois de seu funcionamento, levaria às sepulturas mais de 300 pessoas. A 1.º de Novembro de 1840 mandou fechar para sempre os jazigos e catacumbas do hospital.

Os ingleses, muitos anos antes destes acontecimentos, já mantinham um cemitério, no Rio de Janeiro, desde 1809, por doação feita pelo Príncipe Regente D. João, a pedido do Lorde Stransford, Ministro da Inglaterra, para nele dar sepultura aos restos mortais de membros da Igreja Anglicana.\

Em 1851, a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, abriu os cemitérios de «São Francisco Xavier» e de «São João Batista».

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O primeiro, de São Francisco Xavier, no Cajú, tem 668.720m2. Em 1924 já possuía 20.000 sepulturas ocupadas. Por volta de 1866, uma área daquele cemitério, exatamente 1.885m2 foi vendida à Irmandade do Príncipe dos Apóstolos São Pedro, para nela sepultar seus irmãos.

O segundo, São João Batista, mede 172.575m2, sendo 531m pela Rua General Polidoro e 325m pela Rua Real Grandeza. Ficou instalado na região sul da cidade do Rio de Janeiro, no nobre bairro de Botafogo.

 

A Ordem Terceira dos Mínimos de São Francisco de Paula, em 1849, adquiriu uma grande chácara no bairro do Catumbí, para nela instalar o seu cemitério e dar sepultamento a seus irmãos. O Decreto de 30 de março de 1849, do Ministro do Império, aprovou a construção deste cemitério.

Com aprovação da Imperial Academia de Medicina, foram transladados os restos mortais de 457 irmãos que se encontravam sepultados nas catacumbas da igreja, para o cemitério. Foi este o «campo santo» da nobreza brasileira. Entre os transladados, por exemplo, estavam:

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  • Os Marqueses: de Bellas, de Vagos, de Paranaguá, de Barbacena, de Jundiaí, de Jacarepaguá, de Inhambupe, de Maricá, de Baependi, de São João da Palma e de Aguiar.
  • As Marquesas: de Vallada, de São João da Palma, de Nazareth, de Jundiaí, de Itaguaí e de Maricá.
  • Os Condes: da Barca, de Gouvêas (Vice-Rei), de São João das Duas Barras, de Gestes, de Beaurepaire, de Sarapuí, de Souzel e de Galveias.
  • As Condesas: de Escragnolle, da Figueira e de Iguassú.
  • Os Viscondes: do Rio Branco, de Gencinó e de Mirandela.
  • As Viscondessas: da Cunha e de Mirandela.
  • Os Barões: de Corovê, de Taquarí, de Sorocaba, de Ubá e Nevew.
  • As Baronesas: de S. Chruburg e de Inhomirim.

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O primeiro sepultamento direto efetuou-se a 28 de setembro de 1850 - D. Maria J. da Conceição, no Carneiro n.º 1409.

Em 1857 a Irmandade da Misericórdia recebeu dois grandes lotes de terreno, na Ponta do Cajú, para a instalação do Cemitério da Ordem Terceira de São Francisco da Penit^ncia e de Nossa Senhora do Monte do Carmo.

Sobre as catacumbas da Igreja da Ordem Terceira da Penitência do Rio de Janeiro, rápidas referências encontramos no trabalho do Prof. Mário BARATA, ao historiar a igreja:

 

«Na comunicação do pátio para o Cemitério das Catacumbas há portada antiga de granito com inscrição pintada ao alto, entre volutas dizendo "EXULTABUNT DOMIN OSSA HUMILIATA".

A Capela anexa, no fundo do cemitério, participa em geral do aspecto neoclássico do conjunto, valorizado pelas colunas sóbrias da área central. Iniciado em 1814, o cemitério foi inaugurado em 1827, seu uso terminou em 1850. Vale a pena visitá-lo. Note-se, porém, que uma estátua de São Francisco, de gesso, ali colocada recentemente, é de artista atual, não representando obviamente o estilo e a solução espacial do recinto.» [Mário Barata, Igreja da Ordem 3.ª da Penitência do Rio de Janeiro. Editora Agir, Arte no Brasil, vol. 3, 1975 - p.48]

 

Segundo relatório da Ordem Terceira de N. S. do Monte do Carmo, de 1898, sepultaram-se em seu cemitério, naquele ano, 222 indivíduos.

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No Rio de Janeiro, ainda no século XIX, apareceram outros cemitérios:

  1. Em 1888, o Cemitério de Inhaúma
  2. Em 1894, o Cemitério de Irajá
  3. Em 1895, o Cemitério de Realengo
  4. Em 1896, o Cemitério de Campo Grande
  5. Em 1899, o Cemitério da Ilha do Governador

 

Fonte: Revista e ampliada da obra: Presidentes do Senado no Império. Uma Radiografia Histórica, Genealógica, Social, Política e Diplomática do Brasil Imperial. 1997 - 783 págs. do autor: Carlos Eduardo Barata.

 

Minas, 27.03.1999 - Carlos de Almeida Barata

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- Última Hora -

. Recentemente,

Recentemente, através da HC GALLERY [hcgallery@ccard.com.br] recebi de um historiador, um e-mail pedindo informações sobre a família do General LABATUR.

Nossas investigações chegaram ao seguinte resultado:

  • LABATUT - Sobrenome de origem geográfica. Localidade de origem, na França. Família de origem francesa, estabelecida no Rio de Janeiro, procedente do Coronel do Exército Francês Pedro Labatut [16.05.1768, Canes, França - 24.09.1849, Bahia], sepultado no Mosteiro da Piedade. Em 1853, seus restos mortais foram trasladados para a matriz de Pirajá. Oficial da Legião de Honra, General das Tropas Libertadoras da Nova Granada, General de Brigada do Exército francês. Achando-se no Brasil ofereceu-se para servir no exército brasileiro, onde foi admitido no posto de Brigadeiro [03.07.1822]. Comandante das Tropas Libertadoras da Bahia [09.07.1822]. Herói da batalha de Pirajá, Comandante das Forças Pacificadoras da Prov. do Ceará [07.06.1832], Marechal de Campo graduado [02.12.1839], Comandante das Forças da fronteira da Prov. de São Paulo [10.01.1840], Marechal de Campo [15.11.1845]. O decreto de 25.10.1831, autoriza o Governo para mandar passar carta de naturalização a Pedro Labatut, Brigadeiro do Exército do Brasil. Filho de Antoine Labatut e de Genoveva Alegre. Deixou numerosa descendência de seu cas. com Maria Cristina Ursula Montagnion. Provável descendente seu, deve ter sido Venancio Hemeterio Lobo Labatut, nascido por volta de 1874, em Alagoas. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito do Recife, Pernambuco [1895].

(Carlos de Almeida Barata)

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